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Festa de São Domingos 2011

Domingo, 27.03.11

Já está em andamento a Festa de São Domingos 2011.

Estão todos convocados para os dias 5, 6, 7 e 8 de Agosto.

O Marmeleiro espera por vós.

E, no dia 10 de Agosto, o Centro Cultural e Social do Marmeleiro também tem uma surpresa para todos os amigos do Marmeleiro.

Vale a pena marcar férias para essa altura e vir até ao Marmeleiro.

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publicado por Marmeleiro às 23:01

Telefonema da Argentina

Domingo, 27.03.11

A Rosa telefonou da Argentina para saber se este ano também faziamos a sardinhada de São João. Claro que fazemos e já tem data marcada. Será na véspera de São João. poucos dias depois haverá um passeio a Ciudad Rodrigo e outros locais na zona da Raia espanhola.

Uma saudação especial para a Rosa e para o Júlio, que mesmo muito longe (na Argentina - San Miguel - Buenos Aires) nunca se esquecem do Marmeleiro. Em Junho esperamos por vós, aqui no Marmeleiro.

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publicado por Marmeleiro às 22:53

Novas actividades

Domingo, 27.03.11

Hoje, 27 de Março, houve assembleia geral do Centro Cultural e Social do Marmeleiro. Apesar de terem comparecido poucos sócios, cerca de duas dezenas, a reunião foi muito positiva e houve tempo para acertar as próximas actividades.

O Dia do Centro Cultural e Social do Marmeleiro, caminhadas, passeio cultural a Espanha, sardinhada de São João, são algumas das iniciativas previstas até ao mês de Agosto.

Fique atento. Brevemente haverá novidades.

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publicado por Marmeleiro às 22:49

Homilia de D. Manuel Felício no Dia da Cáritas

Domingo, 27.03.11

III Domingo da Quaresma 

27/3/2011

                                          

 

  1. 1.     Celebramos o III Domingo da Quaresma e também o Dia Nacional da Caritas.

Entramos, com este domingo,  no coração da Quaresma, tempo especialmente favorável à nossa conversão, sobretudo pelo aprofundamento do encontro com a Pessoa de Jesus Cristo, através da Sua Palavra.

Neste esforço de conversão, é-nos pedido que repensemos os nossos compromissos de baptizados e discípulos de Cristo para podermos, com verdade, renovar as promessas baptismais  na Noite Pascal. Neste dia nacional  da Caritas, queremos lembrar a cada um de nós, às nossas comunidades cristãs e mesmo a toda a sociedade o dever de sermos solidários, levando a sério o princípio indiscutível do destino universal dos bens, criados para todos. Para confirmar esta certeza e estimular as boas práticas, o ofertório deste domingo em todas as celebrações dominicais destina-se a auxiliar os mais necessitados, através da Caritas.

 

  1. 2.     A Palavra de Deus hoje propõe-nos, no Evangelho, o relato do encontro de Jesus com a Samaritana, junto ao Poço de Jacob, em Sicar. Jesus toma a iniciativa de lhe pedir água para beber, no que estava a transgredir uma regra social, ao passar pelo território da Samaria, a caminho de Jerusalém. A  mulher não esconde a sua surpresa, mas abre o coração à nova realidade que Jesus lhe propõe – essa água viva que mata a sede de uma vez para sempre. O diálogo prolonga-se e esta mulher confirma a sua convicção de que está a dialogar com o Salvador e acredita nele. Não consegue guardar para si esta boa notícia e vai comunicá-la à cidade. Os discípulos de Jesus, que tinham ido à cidade comprar alimentos, não entendem que Jesus tenha estabelecido diálogo com esta estrangeira e ficam ainda mais surpreendidos, quando, ao insistirem com Ele para comer, recebem a resposta: “O meu alimento é fazer a vontade d’Aquele que me enviou”. Os  discípulos não entenderam, mas se estivessem atentos ao que dizia a Palavra de Deus no texto do Livro do Êxodo que lemos hoje na primeira leitura, podiam perceber melhor o gesto e a atitude de Jesus. De facto, Ele estava simbolicamente anunciado naquele rochedo de onde passou a brotou água para matar a sede a todo o Povo, por força de Deus, através da vara de Moisés.

Jesus é realmente essa água viva que mata a sede de uma vez para sempre. Ele é a iniciativa  de Deus que, com rosto humano, entrou na história e entregou a Sua vida por nós, quando ainda éramos pecadores, como lembra hoje S. Paulo aos Romanos, para,   assim, nos recuperar para a condição de filhos de Deus e membros da sua família.

 

  1. 3.     Toda a Humanidade está vocacionada para ser  uma única família. Uma família onde há pessoas diferentes, grupos diferentes, culturas e tradições diferentes, mas que precisa da unidade própria de uma Família. Como Igreja e nas nossas comunidades cristãs estamos empenhados em viver esta vocação a constituirmos a única família dos Filhos de Deus. O caminho é Jesus Cristo, fonte de água viva como nos lembra o Evangelho de hoje. A Palavra de Deus que lemos, proclamamos, meditamos e partilhamos é a grande escola que nos há-de ajudar a progredir no cumprimento desta vocação.

As famílias e os grupos mais alargados que têm encontro  regular com a Palavra de Deus são os espaços onde se realiza a escola dos discípulos de Jesus. Queremos fazer a experiência feliz do encontro com o Senhor Ressuscitado, que de facto renova a nossa vida pessoal e comunitária e também a vida da Sociedade que é a nossa.

 

  1. 4.     E na renovação da Sociedade, que constitui a nossa grande responsabilidade, sobretudo na hora actual, há prioridades que não podemos esquecer. Uma delas é criar condições às famílias para elas cumprirem a nobre missão que lhes está confiada e que consiste principalmente na defesa e promoção da vida e também na educação dos seus Filhos. Precisamos de cidadãos bem formados para virmos a ter  a sociedade renovada e bem organizada que não temos. Não podemos marginalizar as famílias do processo da educação, como infelizmente tem estado a acontecer.

Não podemos continuar com a clamorosa falta de condições sociais para a vida das nossas famílias, que de facto  estão a  ser impedidas de cumprir a sua principal responsabilidade que é oferecer à Sociedade os cidadãos bem formados que ela precisa. Os baixos índices de natalidade que nos envergonham, mesmo dentro  desta Europa  envelhecida, que começa a dar   alguns sinais de querer acordar, não podem deixar-nos dormir tranquilos.

As famílias não são em primeiro lugar unidades de produção e consumo material. São sim, primeiro de tudo, santuários de amor e de vida, onde, no diálogo  fraterno e entre  gerações, se lançam as bases de uma sociedade renovada. Se se impõem  às nossas famílias formas de vida em que o emprego ou a actividade da produção material ocupam todas as suas energias, ficando sem tempo e disposições para os  pais darem aos filhos, os filhos terem tempo e espaço para o diálogo com os pais; os irmãos sentirem  os efeitos positivos de partilha e mesmo correcção fraterna entre si e os avós poderem conviver  com os netos, estamos a empobrecer, e de que maneira, a nossa sociedade. Estamos, de facto, a não promover e mesmo a desperdiçar o capital mais importante que é o capital humano. E é pior ainda, quando os sistemas educativos “roubam” de facto, os filhos aos pais para não só decidirem, nas costas deles, os  seus projectos educativos ou a ausência deles, mas ainda por cima lhes transmitirem a mensagem de que esta é a melhor ajuda para as famílias. Convém não esquecermos que pretender educar as novas gerações fora das suas famílias é experiência desastrosa já comprovada em larga escala  em outros ambientes e países e temos obrigação de abrir os olhos para não repetirmos os mesmos erros.

Na hora em que está aberto o processo para repensar a sociedade portuguesa, é bom não esquecer, mas colocar na primeira linha das nossas preocupações a  necessidade  de reformar as nossas leis  e políticas de família e também de rever a relação das famílias com as escolas, na formação supletiva que a estas assiste.

Convém pensar  seriamente em devolver à sociedade civil e em particular às famílias  o direito fundamental que lhes assiste de serem os protagonistas dos projectos educativos que devem ser propostos aos seus filhos. E nunca é demais lembrar que o Estado é a pessoa menos indicada para fazer  projectos educativos. De facto nunca poderá elaborar projectos  educativos de excelência, pois é neutro e  laico  e os valores, começar pelos mais nobres, não podem faltar nesses projectos.

Tenhamos por isso a coragem de devolver a responsabilidade de organizar os projectos educativos das Escolas a quem de direito ou  seja à sociedade civil e em particular às famílias. Não tenhamos medo de aceitar, sem pressão de ideologias, o que é óbvio: a saber, as sociedades têm de organizar-se não de cima para baixo, mas de baixo para cima e de dentro para fora.

Como Igreja e como comunidades cristãs, queremos dar o nosso contributo. E damo-lo, de facto, no exercício da nossa responsabilidade e na medida em que Jesus Cristo e os valores da Boa Nova do seu Evangelho passem a fazer  parte da nossa vida pessoal e comunitária. Procuraremos, assim também iluminar as diversas situações humanas em que nos enquadramos. Por isso e para a próxima  vamos reflectir sobre a Pessoa de Cristo Vivo, luz que ilumina todas as escuridões.

 

+Manuel da Rocha Felício, Bispo da Guarda

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publicado por Marmeleiro às 19:41

Nova casa na Portela

Quinta-feira, 24.03.11

Está em construção uma nova casa na Portela. Está a ficar muito bonita, com a recuperação da pedra da casa que havia no local.

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publicado por Marmeleiro às 12:06

Morreu a Tia Maria

Terça-feira, 22.03.11

Morreu, esta manhã, 22 de Março, a tia Maria, mulher do tio José Monteiro. Há vários anos que a tia Maria se encontrava doente, aos cuidados das Irmãs Hospitaleiras, na Casa de saúde Bento Menni.

O funeral está marcado para amanhã, 23 de Março, às 15.00 horas, na Igreja Paroquial do Marmeleiro.

Paz à sua alma e que Deus a recompense de todos os trabalhos.

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publicado por Marmeleiro às 11:53

Casas da Portela

Segunda-feira, 21.03.11

A Portela - que saudades da T'Isabel Tracana e do T´Zé Tracana. Fazem cá muita falta.

A Portela não é a mesma.

 

 

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publicado por Marmeleiro às 17:11

Primavera no Marmeleiro

Segunda-feira, 21.03.11

A natureza não engana, a Primavera está a chegar.

Foto de pessegueiro em flor, tirada na Portela, na casa do T'Zé Tracana 

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publicado por Marmeleiro às 10:22

Monumento de homenagem aos Combatentes do Ultramar

Quinta-feira, 17.03.11

 

A Guarda vai prestar uma homenagem aos Combatentes do Ultramar, com a construção de um monumento, no Jardim José de Lemos, próximo de um memorial já ali existente, da autoria do arquitecto António Saraiva.

O projecto, que envolve o Núcleo da Guarda da Liga dos Combatentes, o Governo Civil, a Câmara Municipal e as Juntas de Freguesia do concelho da Guarda, só será concretizado com o apoio da população, daí que tenha sido criada uma conta na Caixa Geral de Depósitos (com o NIB 0035 0360 00080723430 68) para receber o contributo solidário de todos os interessados.

O monumento, que custará cerca de 40 mil euros, permitirá “perpetuar a memória de todos aqueles que estiveram no Ultramar”, como referiu o vice-presidente da Câmara, Virgílio Bento, na cerimónia de apresentação do projecto.

Já o arquitecto António Saraiva explicou que o monumento, de linhas modernas, “é constituído por três muretos representando cada um os actuais três países onde na altura combateram homens oriundos deste concelho: Angola, Guiné e Moçambique”. Os muretos terão uma placa em bronze, onde serão referenciados os nomes dos soldados naturais do concelho da Guarda “que aí tombaram”, referiu. No monumento também será gravada a frase: “Um homem só morre quando deixar de ser lembrado”.

 

Também do Marmeleiro, houve jovens que estiveram no Ultramar a combater. Dois deles perderam a vida.

Esta será uma homenagem justa.

Os que estiveram no Ultramar podiam mandar os nomes para serem aqui publicados.

Seria a nossa homangem a tão bravos herois.

 

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publicado por Marmeleiro às 11:42

Novo caderno do "Fio da Memória" dedicado ao Marmeleiro

Quinta-feira, 10.03.11

Em Maio, deverá ser apresentado um novo caderno do "Fio da Memória", dedicado ao Marmeleiro.

O caderno já está a ser preparado a pedido Núcleo de Animação Cultural da Câmara Municipal da Guarda.

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publicado por Marmeleiro às 17:33


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