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Mensagem de D. Manuel Felício, Bispo da Guarda, para a Quaresma 2011

Quarta-feira, 09.03.11

“A Palavra de Deus fonte de renovação pessoal e comunitária”

 

No dia 28 de Fevereiro, D. Manuel Felício apresentou a Mensagem para a Quaresma 2011. O Bispo da Guarda disse:

“A Quaresma é tempo forte de renovação e aprofundamento da Fé. Para os que pediram o Baptismo e ainda o não receberam, ela é a fase especial­men­te importante do seu catecumanado enquanto preparação próxima para a celebração deste sacramento. Para os já baptizados é tempo de con­versão à Pessoa de Cristo e ao seu Evangelho, a fim de, com verdade, poderem renovar as promessas baptismais na Noite Pascal. A uns e a outros se aplica o que S. Paulo diz aos cristãos: “Sepultados com Cristo no Baptismo, foi também com Ele que ressus­ci­­tastes” (cfr. Col. 12,12).

 

Queremos, portanto, que estes 40 dias de Quaresma sejam bem aprovei­ta­dos por todos os fiéis e comunidades da Fé para refazerem o percurso do Catecumenado, próprio dos candidatos à celebração do Baptismo; Ca­te­cumenado que é de facto escola insubstituível de Fé e de vida cristã.

A pensar nesta escola de vida, em todo o tempo quaresmal, a Igreja ofere­ce-nos com especial abundância a Palavra de Deus e convida todos os fiéis a voltarem-se para ela com redobrada intensidade.

Também vivemos esta Quaresma a partilhar uma preocupação comum a toda a Igreja em Portugal, que é o repensarmos juntos a pastoral que esta­mos a realizar, procurando descobrir novos caminhos do nosso ser Igreja no mundo de hoje. Aqui, não podemos esquecer que o objectivo de toda a acção pastoral é conduzir à relação com Cristo vivo e fonte de vida. E este encontro com Cristo vivo somos convidados a fazê-lo na dupla mesa da Palavra e da Eucaristia.

 

Tal como na Eucaristia, participamos na mesa da Palavra quando nos re­u­nimos na assembleia do domingo; mas precisamos de outros momen­tos complementares para fazer com que a Palavra de Deus seja realmente compreendida no sentido preciso que o texto bíblico encerra, meditada nas interpelações que ela hoje faz a cada um de nós, rezada na definição das respostas que lhe devemos dar e contemplada na pluralidade dos caminhos que ela nos abre para serviço não só das comunidades cristãs mas também da sociedade em geral. Para que isso aconteça é muito recomendável a leitura orante da Palavra de Deus, também chamada “lec­tio divina”, feita por cada um individualmente, mas também nas famílias e em grupos mais alargados, para, assim, aprendermos, na escola do único Mestre, a ser Seus discípulos. Para nós aprender a lição do nosso Mestre é memorizar o essencial da sua mensagem, mas é também e sobretudo fa­zer dela fonte inspiradora das nossas decisões e dos nossos compor­ta­mentos.

 

Por isso, nesta quaresma desejamos:

. Continuar a sensibilizar as nossas comunidades paroquiais para a im­portância da Bíblia e para o lugar central que na nossa vida deve ocupar a Palavra de Deus.

. Continuar a motivar os grupos bíblicos que já temos a funcionar e ou­­tros que possam ser constituídos para a leitura orante da Palavra de Deus, também chamada “Lectio Divina”, utilizando nomeada­men­te o livro sobre S. Mateus que oferecemos à Diocese para cum­pri­­men­to do nosso plano pastoral, este ano.

. Tomarmos contacto com as orientações da exortação apostólica “Verbum Domini” do Santo Padre Bento XVI, publicada na sequên­cia do Sínodo sobre a Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja, a qual foi objecto de estudo nas recentes jornadas de formação do nosso Clero.

. Acolhermos, com generosidade, o convite à oração mais intensa assim como ao jejum e à esmola, que, em sua sabedoria secular, a Igreja de novo nos dirige, nesta Quaresma.

 

. Quanto à renúncia quaresmal, este ano, atendendo à grave situação de crise social que o nosso país atravessa e se faz sentir fortemente nos nossos meios, vamos dirigi-la, em partes iguais, para o Fundo So­cial Solidário criado e dirigido pela Conferência Episcopal e para a nossa Caritas Diocesana, à qual estão continuamente a chegar, e em número crescente, casos de pessoas que nos batem à porta, a pedir bens de primeira necessidade”.

 

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publicado por Marmeleiro às 16:39

Carnaval quase sem entrudos

Quarta-feira, 09.03.11

Longe vão os tempos em que o Carnaval era alegria e festa.

Os entrudos saiam à rua e animavam as pessoas com as suas brincadeiras.

Este ano até houve bastante gente no Marmeleiro, durante os dias de Carnaval, mas os entrudos quase não apreceram.

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades.

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publicado por Marmeleiro às 16:35

Casas do Marmeleiro

Quarta-feira, 09.03.11

 Casa típica (foi um pouco adulterada a traça original)

 Casa Paroquial

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publicado por Marmeleiro às 16:33

Comentários anónimos

Segunda-feira, 07.03.11

Pedimos desculpa mas não publicamos comentários anónimos.

As opiniões são importantes mas devem ser assumidas por quem as escreve.

Este esclarecimento surge pelo facto de haver pessoas que ainda não perceberam a finalidade deste espaço.

Divulgar o Marmeleiro é a nossa prioridade.

 

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publicado por Marmeleiro às 18:23

Recuperada para ser um Café/Bar

Quinta-feira, 03.03.11

O Henrique, a Lisete e os filhos recuperaram esta casa com o objectivo de abrirem um Café/Bar, no Marmeleiro. Os equipamentos estão prontos a funcionar mas, devido à falta de pessoas interessadas em explorar o bar, este espaço tão bonito continua de portas fechadas.

Esta casa localiza-se junto ao Forno Público e à Casa Paroquial e tem um largo que facilita o estaciomanento.

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publicado por Marmeleiro às 16:01

Recuperação de casas no Marmeleiro

Quinta-feira, 03.03.11

Casas recuperadas na Rua do Meio

Aos poucos, vão aparecendo algumas casas totalmente recuperadas

Mais uma casa pronta a habitar

 

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publicado por Marmeleiro às 15:55

Igreja do Marmeleiro

Quarta-feira, 02.03.11

O freixo, no Adro do Marmeleiro. Quem não se lembra desta árvore centenária?

A grandiosidade da Igreja Paroquail do Marmeleiro, em que a padroeira é Nossa Senhora da Conceição

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publicado por Marmeleiro às 17:47


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